Centro de Avaliação de Gerenciamento de Desempenho Empresarial

Encontre a solução de Gerenciamento de Desempenho Empresarial que melhor atende às suas necessidades empresariais.

Compare soluções de Gerenciamento de Desempenho Empresarial

O que é o Gerenciamento de Desempenho Empresarial?

O Gerenciamento de Desempenho Empresarial (BPM) é um conjunto de processos que ajuda as organizações a otimizarem o desempenho empresarial. O BPM é visto como a próxima geração de inteligência empresarial (BI). O BPM enfoca os processos empresariais tais como planejamento e elaboração de previsões. Ajuda as empresas a descobrirem o uso eficiente de recursos de suas unidades de negócios, financeiros, humanos e materiais. O Gerenciamento de Desempenho Empresarial não deve ser confundido com gerenciamento de processo empresarial, também conhecido como BPM.

Fatores determinantes do Gerenciamento de Desempenho Empresarial

  • A necessidade de consolidar as finanças corporativas de uma ou de várias organizações (por exemplo, aquisições).
  • A necessidade de planejar e desenvolver estratégias para gerenciar o desempenho de toda a organização (por exemplo, gerenciamento de vendas e planejamento em diferentes regiões geográficas).
  • A necessidade de melhorar a visualização e as relações entre os dados financeiros e operacionais e, assim, melhorar o processo de tomada de decisões financeiras.
  • A necessidade de atender às normas de conformidade.

Vantagens do Gerenciamento de Desempenho Empresarial

  • Permitem uma visualização centralizada dos dados financeiros e das funções.
  • Ajudam a empresa a atender às normas de conformidade.
  • As operações são levadas em consideração no planejamento financeiro.

Riscos do Gerenciamento de Desempenho Empresarial

  • Identifique a plataforma apropriada que permite a execução de consultas precisas. Isto inclui a quantidade de dados capturados, a maneira e a freqüência em que os dados são introduzidos, assim como quais tipos de estrutura de servidor e de bancos de dados serão utilizados.
  • Subestimar o número necessário de usuários pode ocasionar problemas de desempenho, incluindo um desempenho lento de consultas.
  • Identificar os dados apropriados e certificar-se que estes não estão corrompidos são procedimentos cruciais. A qualidade das ferramentas de BI depende da qualidade dos dados utilizados.
  • O direcionamento do projeto a partir do departamento de TI e não a partir das unidades empresariais está destinado ao fracasso. Inicie o projeto com a identificação dos requisitos empresariais e após isso desenvolva uma série de ferramentas para atender às necessidades dos usuários relacionadas com tais requisitos.
  • A idéia de que “construa e depois eles virão” está provavelmente destinada ao fracasso. Apenas construir um armazém de dados não garante o seu uso ou a captura de dados corretos.

Por que utilizar o Centro de Avaliação de Gerenciamento de Desempenho Empresarial?

  • Compare quais produtos atendem às necessidades específicas da sua empresa em relação aos requisitos de geração de relatório, lógica analítica, gerenciamento de desempenho empresarial, armazenamento de dados e fluxo de trabalho.
  • Avalie a análise preditiva e o suporte de previsões para o seu setor de atividades.
  • Pré-selecione os fornecedores com base na capacidade apropriada de integração de dados e adaptação técnica.

Serviços Google Health e Google PowerMeter serão descontinuados

Por Emerson Alecrim | tags: google

O Google terminou a semana passada anunciando o fechamento de dois dos seus serviços: o Google Health e o Google PowerMeter, disponibilizados para o público em 2008 e 2009, respectivamente. Nada ou pouco ouviu falar sobre esses serviços? Pois é justamente esse fator que pesou na decisão da empresa: a falta de usuários para essas ferramentas.

O Google Health foi criado para servir de base para informações médicas, isto é, para ser uma espécie de prontuário on-line, onde o usuário pode armazenar dados sobre suas condições de saúde, sobre tratamentos, sobre exames, entre outros. O PowerMeter, por sua vez, foi desenvolvido para que o usuário pudesse controlar o consumo de energia de seus aparelhos domésticos.

A descontinuação de ambos os serviços, no entanto, não será imediata. Usuários do Google Health poderão utilizar a ferramenta até 1º de janeiro de 2012, enquanto que utilizadores do PowerMeter poderão usá-lo até 16 de setembro de 2011. No caso do primeiro, porém, o usuário poderá exportar os dados armazenados para diversos formatos (PDF, CSV, entre outros) até 1º de janeiro de 2013, para que possa, eventualmente, aproveitá-los em serviços similares.

“Notamos que o Google Health não teve o amplo impacto que esperávamos. O serviço foi adotado por determinados grupos de usuários, como pessoas com conhecimentos em tecnologias e, mais recentemente, entusiastas com o cuidado físico, mas não encontramos uma maneira de fazer com que esse uso limitado se transformasse em uma adoção generalizada na rotina de milhões de pessoas”, diz a nota publicada pela empresa.

Referência: Official Google Blog.

Microsoft é eleita a melhor empresa do mundo para se trabalhar

Por Emerson Alecrim

A consultoria Great Place to Work premiou nesta quinta-feira (27/10/2011) as companhias presentes em seu ranking das 25 melhores multinacionais para se trabalhar. A primeira posição ficou com a gigante Microsoft.

Para formar a lista, a Great Place to Work entrevistou cerca de 2,5 mil empregados de grandes corporações para conhecer o seu nível de satisfação com a empresa. Somente foram consideradas companhias com pelo menos 5 mil funcionários e que tenham, no mínimo, 40% deles trabalhando fora de sua sede.

“O ranking reconhece empresas globais que demonstram ter compromisso com a criação de ambientes de trabalho que fomentam confiança, orgulho e boas relações entre seus empregados”, explica José Tolovi, CEO da Great Place to Work.

A lista com as 25 melhores empresas conta também com nomes surpreendentes, como McDonalds e Atento:

  1. Microsoft;
  2. SAS;
  3. NetApp;
  4. Google;
  5. FedEx;
  6. Cisco;
  7. Marriott;
  8. McDonalds;
  9. Kimberly-Clark;
  10. Johnson;
  11. Diageo;
  12. American Express;
  13. Medtronic;
  14. Intel;
  15. Hilti;
  16. 3M;
  17. Telefónica;
  18. National Instruments;
  19. Mars;
  20. Accenture;
  21. Roche;
  22. Novo Nordisk;
  23. Coca-Cola;
  24. Atento;
  25. Quintiles.

Detalhes sobre estas empresas podem ser conferidos no site da Great Place to Work.

Em agosto de 2011, a Great Place to Work divulgou a lista das melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Eis as 25 primeiras posições:

  1. Google;
  2. Caterpillar Brasil;
  3. Kimberly-Clark;
  4. Laboratório Sabin de Análises Clínicas;
  5. GAZIN;
  6. Magazine Luiza;
  7. SAS;
  8. Ticket;
  9. JW Marriott Rio de Janeiro;
  10. Accor;
  11. Volvo;
  12. Microsoft;
  13. Losango;
  14. Boehringer Ingelheim;
  15. Duke Energy Brasil;
  16. Chemtech;
  17. Coca-Cola Recofarma;
  18. Embraer;
  19. Elektro;
  20. Novozymes;
  21. Promon;
  22. Vivo;
  23. ThyssenKrupp Bilstein Brasil;
  24. GVT;
  25. Cisco.

A linha do tempo da Apple

Erra quem pensa que a Apple seguiu uma espiral de prosperidade infinita. Como toda empresa passou por maus bocados e, coincidência ou não, eles ocorreram justamente quando seu co-criador não estava presente. Acompanhe ano a ano da escalada da Apple rumo ao Olimpo das empresas mais valiosas do mundo.

1976

Desenhado e construído por Steve Wozniak, um dos criadores da então Apple Computer Company, o Apple I foi o primeiro computador criado pela empresa, que ainda tinha como sócios Steve Jobs e Ronald Wayne. Já com a ideia de vender o computador, Steve Jobsteve que se desfazer de seu carro para financiar a criação.

1977

Logo da Apple, que por si só já é um produto, é desenhado por Rob Janoff. No mesmo ano, o Apple II é lançado. Trata-se de um dos primeiros microcomputadores de sucesso e fabricados em larga escala e é o primeiro computador da chamada família “II”, que, posteriormente, gerou, um a série de novos modelos, que duraram até o ano de 1993.

1978

Jef Raskin, responsável pela criação dos Macintosh, se junta à Apple. É lançado também oDisk II, o drive de leitura de disquetes de 5″1/4, desenvolvido especificamente para uso junto do Apple II, para substituir o então lento leitor de fitas cassetes.

1979

Apple lança sua primeira impressora, a Silentype, juntamente com o Apple II+, o segundo modelo da série Apple II.

Apple II (Foto: Reprodução)Apple II (Foto: Reprodução)

1980

Lançamento do Apple III, ou Apple ///. Foi produziso de forma a atender uma demanda mais corporativa que pessoal e veio para ser o sucessor da série Apple II, mas foi considerado um grande fracasso.

1983

Apple Lisa é lançado, como o primeiro computador da Apple com uma interface gráfica, que permitia que os usuários interagissem com a máquina por meio de imagens, em vez de comandos de textos. Pode-se dizer que foi um pouco o precursor do Macintosh, que, apesar de não ser um descendente direto do Lisa, tem algumas similaridades. Sem contar que, um ano antes do lançamento do Lisa, Steve Jobs foi retirado do projeto e realocado para o projeto Macintosh.

1984

É lançado, em janeiro daquele ano, o primeiro Macintosh, equipado com incríveis 128 KB de memória, com um preço salgado de US$2.495. Alguns meses depois, em setembro, sua atualização com quatro vezes mais de memória, ou seja, 512 Kb, chega ao mercado.

1985

Apple LaserWriter chega ao mercado como uma das primeiras impressoras a laser disponíveis para o grande público e, combinada com programas como o Aldus PageMaker, deram início a uma verdadeira revolução: a editoração eletrônica, que tomou especialmente dos mercados de produção gráfica, da publicidade e do jornalismo;

O ano ficou marcado, também, pelo pedido de demissão de Steve Jobs da Apple, para onde voltaria apenas em 1996.

1986

É lançado o Mac Plus, uma versão ainda mais potente dos dois primeiros Macintosh, com 1 MB de memória, que podiam ser expandidos para 4 MB.

1987

Chega ao mercado, por módicos US$ 5.500, o Macintosh II, primeiro computador da série de mesmo nome e que, pela primeira vez, tinha suporte para monitor colorido.

1989

Lançamento do Mac Portable, que foi a primeira tentativa da Apple em fazer um computador pessoal que funcionasse à base de bateria e que tivesse a mesma potência de um Macintosh.

Macintosh, lançado em 1984 (Foto: Divulgação)Macintosh, lançado em 1984 (Foto: Divulgação)

1990

Macintosh Classic é lançado e, pela primeira vez entre os produtos da linha, é vendido por menos de US$ 1.000.

1991

São lançados os primeiros notebooks da linha Powerbook: 100, 140 e 170; assim como os primeiros computadores da série Macintosh Quadra: 700 e 900.

1993

Lançados os computadores da série Macintosh Centris. Chega ao mercado o Newton Message Pad, uma espécie de tablet primitivo, lançado como um “assistente pessoal digital”.

1994

Começo da linha Power Macintosh, que teve início naquele ano, com os modelos 6100, 7100 e 8100 e foi desenvolvido até o ano de 2006, quando a Apple anunciou sua “aposentadoria”.

1995

São lançados os Macintosh Performa, uma série de computadores da Apple que, na verdade, não significavam uma nova linha, mas uma nova roupagem, com novo nome, para modelos de computadores pessoais como os Quadra e Centris.

1997

Lançamento do PowerBook G3, o primeiro notebook da Apple com o processador PowerPC G3, que foi produzido pela empresa até o ano de 2000.

1998

Um ano anos após o retorno de Steve Jobs, e após passar por sérias dificuldades financeiras e ficar a ponto de fechar, a Apple lança o primeiro iMac, um computador que unia monitor e torre num só objeto, com design inovador, cores vivas e atrativos suficientes para atrair um público mais jovem. Uma grande cartada para popularizar ainda mais a marca.

1999

Seguindo a mesma linha do iMac, a Apple lança o iBook, um notebook que acompanha as características do irmão não-portátil, de design inovador e cores fortes, mas com especificações técnicas e preços um pouco menores que os portáteis PowerBooks.

Steve Jobs apresenta iMac, em 1998 (Foto: Reprodução)Steve Jobs apresenta iMac, em 1998 (Foto: Reprodução)

2001

Em substituição ao PowerBook G3, a empresa lança o PowerBook G4 Titanium, com processador Power G4 e produzido entre 2001 e 2006. Chega ao mercado o Mac OS X. Trata-se de um sistema operacional desenvolvido, fabricado e vendido pela Apple para os computadores Macintosh.

O ano não termina sem o lançamento daquele que, para muitos, é o produto mais revolucionário da empresa: o iPod. Um player de audio, fotos e videos, equipado com o também recente reprodutor de música iTunes e com capacidades diferentes de armazenamento, que mudou a forma do mundo de consumir os diferentes tipos de mídias.

2002

eMac é lançado como um conceito parecido com o do iMac, de carregar monitor e torre num mesmo periférico, porém acaba servindo como uma opção mais barata em relação a seu irmão mais sofisticado, que, àquela altura, já chegava às lojas em sua versão G4, em telas de 15 e 17 polegadas.

2003

É lançada a iTunes Music Store, um serviço de música e vídeos online da Apple, no qual, pelo iTunes, os usuários podem comprar seu conteúdo. No mesmo ano de lançamento, foram vendidas nada menos que 25 milhões de músicas.

2004

Lançamento do iMac G5, com monitores de 17 e 20 polegadas, que foram os últimos da linha iMac a usarem os chips PowerPC, no caso deste, em específico, o PowerPC G5.

2006

Chega ao mercado o MacBook Pro, que chegou para substituir, de uma vez, os iBooks e o PowerBook G4, que foram descontinuados naquele ano. com os processadores Intel Core 2 Duo, o MacBook Pro superou seus antecessores, especialmente em velocidade e consumo de energia.

2007

Ano de lançamento do primeiro iPhone, um telefone celular com tela sensível a múltiplos toques, câmera digital, acesso à internet e funções de mídia players encontradas no já existente iPod.

Meses depois, em setembro, é lançada a primeira geração do iPod Touch, que tem o mesmo princípio dos primeiros iPods, de ser uma central de mídia, porém, a partir daquele momento, com tela sensível ao toque, Wi-fi e acessos à iTunes Store e à App Store, a loja de aplicativos da Apple.

2008

Lançamento do MacBook Air, o primeiro da linha de ultraportáteis da Apple e vendido, já naquela época, como o notebook mais fino do mundo. Chega ao mercado o iPhone 3G, nas versões 8GB e 16GB, para substituir o primeiro iPhone, lançado no ano anterior.

2009

Lançamento do iPhone 3GS, que vem para suplantar o 3G e chega nas versões 16GB e 32GB.

iTunes Store (Foto: Divulgação)iTunes Store (Foto: Divulgação)

2010

Apple apresenta o iPad, um tablet que usa o mesmo sistema operacional do iPhone e tem funções bem parecidas – além de algumas do MacBook -, porém com uma tela um pouco maior do que a do celular, alcançando 9,7 polegadas. Inicialmente, no começo do ano, foi apresentado apenas com a versão Wi-Fi. No mesmo ano, no segundo semestre, chegou também na versão com 3G.

A empresa lança um MacBook Air redesenhado e ainda mais leve, especialmente por não ter um disco rígido óptico, pois usa memória flash como unidade de armazenamento, assim como os

Novidades também no mundo dos iPads e iPhones. Chega ao mercado o iPhone 4 que, entre muitas inovações, apresenta uma câmera frontal, ideal para video-conferências.

2011

No primeiro semestre, a empresa apresenta a segunda geração do iPad, mais fino, rápido e leve que o primeiro. Assim como o iPhone 4, conta com uma câmera traseira e uma dianteira, para vídeo-conferências).

Um dia antes da morte de Steve Jobs, muita expectativa se criou pelo anúncio de um iPhone 5, mas a empresa apresentou uma nova versão do já existente: o iPhone 4S.

A Segurança das Aplicações!!!

Em uma evolução assustadora a INTERNET se tornou indispensável para todo o mundo, porém novos desafios surgiram e antigos problemas não foram corrigidos. Quando os primeiros crackers começaram a desbravar esse mundo que surgia e que permitia que a milhares de quilômetros fosse possível acessar informações de computadores que estivessem conectados nessa grande rede, nenhum deles imaginou que no século XXI seria tão fácil localizar e explorar brechas de segurança devido ao mau desenvolvimento das aplicações que suportam TUDO o que utilizamos hoje.

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Qual o futuro da indústria brasileira de TI? Que direção tomar?

Não pretendo apresentar neste artigo relatos conclusivos e direções definitivas para o futuro da Tecnologia da Informação no Brasil, mas gostaria de lançar algumas reflexões sobre o tema.

O Vale do Silício nos Estados Unidos, o “milagroso” desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação Indiano, com destaque para Bangalore (também conhecido como o Vale do Silício Indiano) e o “milagre” econômico de Israel (a “Nação Empreendedora”) possuem trajetórias e motivações diferentes, mas nos três casos o resultado foi o sucesso e a produçao de grande riqueza a partir da Tecnologia da Informação.

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